Sábado, 5 de Maio de 2007

Festa de lançamento do novo formato do Jornal do NES um sucesso!



Foi concerteza encorajador para o novo Director do Jornal do NES bem para como todos aqueles que colaboram e colaborarão com o Jornal verificar que muitas foram as pessoas que se deslocaram ao Bar PolitiKa (Bar da JS/FAUL) para assistir à apresentação pública do novo arranjo gráfico deste importante meio de comunicação de toda a Juventude Socialista.


A presença de variadíssimos dirigentes nacionais mas também de vários elementos da Concelhia de Lisboa e da JS/FAUL reflectiu uma vez mais as óptimas relações entre o NES/FDL e as estruturas em que se enquadra.


Começando por falar o Coordenador do NES/FDL, Fábio Raposo, seguiu-se-lhe o Coordenador da Concelhia de Lisboa, Diogo Leão, e o Presidente da JS/FAUL, Manuel Lage. Por fim, Tiago Gonçalves, novo Director do Jornal do NES apresentou em linhas gerais o novo formato.


Seguiu-se uma animada festa.



publicado por NES-FDL às 12:55
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Aviso

O Blog do NES-FDL mudou no dia 2 de Maio para o actual endereço, deixando inactivo o antigo ( www.nucleosocialista-fdl.blogspot.com). Tal deve-se unicamente à maior facilidade de memorização e de pesquisa em motores de busca do novo endereço, já que o conteúdo permaneceu o mesmo.

Apaguem o antigo e divulguem o novo!
publicado por NES-FDL às 11:59
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2007

Os pontos nos "ii"




Um crachá no verdadeiro sentido do termo...



Andei meses a hesitar sobre se devia ou não escrever sobre isto. Hoje decidi dar o grito do Ipiranga! Alguém disse que não há pior censura do que a auto-censura…

Talvez já tenham reparado, ao passear pelos corredores da nossa Faculdade, que uma colega exibe todos os dias um ostensivo crachá que tem escrito em letras garrafais “Eu sou heterossexual”. Da primeira vez que me cruzei com ela tive de voltar atrás e refazer os meus passos para me certificar de que não estava a alucinar… E não estava mesmo. Nem dessa vez nem de todas as outras vezes que a vi.

Ora bem. Quando me apercebi de que aquilo era um hábito quotidiano da colega, e ultrapassada a minha perplexidade inicial, resolvi perguntar-lhe o porquê do adorno. Seguiu-se um grande (e oco) discurso sobre a liberdade de expressão, os direitos fundamentais aos saltos e os direitos fundamentais aos pinotes…

Aquilo fez-me imediatamente lembrar os cartoons de Maomé, que tanta polémica geraram. Parece que na altura ninguém percebeu (ou ninguém quis perceber) o sentido das declarações do Prof. Freitas do Amaral. Mas ele era tão simples quanto isto: a liberdade de expressão, como qualquer outro direito fundamental, não é um direito absoluto – está limitado pelo princípio da proporcionalidade, nas suas três vertentes. Releva particularmente neste ponto a vertente de necessidade ou de proibição do excesso.

Creio que também neste caso do crachá há um claro excesso. Não me parece que haja grande necessidade de nos esfregar na cara, todos os dias e a todas as horas, a sua orientação sexual… E a este propósito, parece-me sugestiva a origem da palavra crachá. Ela vem do francês crachat, que significa à letra “escarro”. Passou a ter também o sentido de emblema ou insígnia aquando da Revolução Francesa, pela mão dos sans-culottes, como forma depreciativa de designar o distintivo dos militares do Antigo Regime. Parece-me, pois, verdadeiramente apropriado que a dita mensagem se encontre inscrita num crachá... Porque é isso mesmo que a colega faz todos os dias: escarrar-nos na cara a sua orientação sexual!

Mas mais do que por ser um atentado ao meu direito de estar sossegada no meu canto, na mais completa ignorância acerca da orientação sexual da colega, aquele crachá enerva-me porque é uma forma velada de homofobia. Traz ínsita a ideia perniciosa de que os homossexuais “estão a tomar conta disto tudo”, qual praga, e de que é necessário que os heterossexuais se unam contra uma ameaça à sociedade tal como a conhecemos. Aquele crachá é quase uma diatribe: “Heterossexuais de todos os países, uni-vos!”. Ao menos o colega da Iuris Graphia, honra lhe seja feita, expressou toda a sua homofobia directamente, sem rodeios…

Um dia hei-de voltar a conversar com ela sobre isto. Sobre o art. 13º CRP e sobre aquilo que julgo ser a inconstitucionalidade da proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo. E hei-de dizer-lhe também que se o mundo tal como o conhecemos que ela julga ameaçado é este estado de coisas em que os homossexuais são tratados como cidadãos de segunda, então, no que depender de mim e de outros como eu, camaradas, esse mundo está mesmo muito seriamente ameaçado!
publicado por NES-FDL às 00:26
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2007

Política e Pulítica



- Estão já em curso dois ciclos eleitorais que muito nos devem dizer, enquanto jovens socialistas. O primeiro são as eleições presidenciais em frança, onde o PS francês possui uma candidata à altura dos grandes socialistas europeus das últimas décadas. O segundo são as eleições Regionais da Madeira, onde apesar de Alberto João parecer mais uma vez estar eleito à partida, Jacinto Serrão tem feito um trabalho notável e atingido resultados históricos.

- Mas começará em breve um ciclo eleitoral que dirá muito ao NES/FDL: as eleições autárquicas intercalares da Câmara Municipal de Lisboa. Nem todos os membros do NES/FDL serão de Lisboa, mas a verdade é que vivem (pelo menos grande parte do dia) e trabalham nesta cidade, as medidas tomadas pelo executivo camarário dizem-lhes, por isso, directamente respeito porque sofrerão/usufruirão das consequências. Isto já para não falar da inserção do NES/FDL no seio da Concelhia e da Federação de Lisboa da Juventude Socialista...

- Como a evolução é composta de mudança, o Jornal do NES promete mudar para melhor. A apresentação do novo design terá lugar, como sabem, no bar Politika já amanhã. Uma oportunidade de se juntar a família NES e comemorar mais um passo em frente na vida deste grande núcleo.

publicado por NES-FDL às 11:34
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2007

Cadetísmos




Nada de mais


Chegado à Quarta-Feira, eis que não tenho nada de significante a dizer.

- Há pouco o líder do PSD disse que queria eleições intercalares;

- O Primeiro de Maio ainda está fresco;

- A Campanha em França continua;

- Estão aí as eleições para a Associção Académica da Universidade de Lisboa;

- Os exames batem à porta

Assim, em 5 linhas, está descrito tudo.

O que me preocupa é não haver notícias que possam rejubilar o leitor. As políticas andam pela hora da morte; a economia, seja lá o que isso for, não ata nem desata; os governantes não suscitam confiança.

Há dias assim. Numa quarta-feira totalmente banal, um post totalmente banal

publicado por NES-FDL às 21:17
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Festa de lançamento do novo formato do Jornal do NES


publicado por NES-FDL às 16:56
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Terça-feira, 1 de Maio de 2007

Vagos pensamentos




Desigualdades...


Estava eu a assistir ao jogo Liverpol-Chelsea para a Liga dos Campeões quando me recordei de um artigo que tinha lido sobre os salários milionários dos jogadores do Chelsea, onde eram referidos valores astronómicos. Todavia, a regra não é essa, e a maioria das pessoas só ganha o suficiente para comprar os bens considerados essenciais e pouco mais. Nos países subdesenvolvidos, a desigualdade na distribuição de riqueza é ainda mais gritante, pois a maioria das pessoas vive em condições miseráveis quando, em contrapartida, uma minoria vive ostentando luxo. Será esta desigualdade inultrapassável? Será correcto e necessário corrigi-la?Qual o papel dos políticos nesta correcção? Estas são algumas das questões sobre as quais é preciso ponderar.


Se, por um lado, o princípio da igualdade conduz à necessidade de esbater as diferenças existentes, por outro lado a intervenção do Estado nesta matéria pode ser nefasta e conduzir à subsídio-depedência. No entanto, como forma de refutar este argumento pode afirmar-se que é imperativo conceder às pessoas um nível de vida compatível com a dignidade humana.
Por mim, apesar de considerar que cada um deve ser remunerado de acordo com o seu mérito e que mesmo com condições iguais no ponto de partida o rendimento que cada um tira de determinada situação difere de individuo para individuo, penso que deve haver um minímo acessível a todos e que deve ser o Estado a assegura-lo. Também deve ser revista a forma como os países desenvolvidos apoiam os países subdesenvolvidos. Um tema para reflexão do poder político...

publicado por NES-FDL às 22:15
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Dia do Trabalhador



Hoje, dia 1 de Maio, celebra-se o dia do trabalhador.
A data tem como origem a manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago que teve lugar a 1 de Maio de 1886. Essa manifestação tinha como maior reivindicação a redução do horário laboral para 8 horas diárias, tendo tido uma participação de centenas de milhares de pessoas.
Três anos depois, a segunda Internacional Socialista, reunida em Paris, decidiu convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago.
A 1 de Maio de 1891, uma manifestação no norte de França é dispersada violentamente pela polícia, tendo como resultado a morte de dez manifestantes. Este episódio serviu para reforçar o dia como dia de luta de todos os trabalhadores.
A 23 de Abril de 1919, o senado francês ratifica as 8 horas de trabalho diário e proclama o dia 1 de Maio desse ano como feriado. Em 1920, a Rússia adopta o 1º de Maio como feriado nacional, tendo sido seguida por vários outros países.

Após esta pequena introdução histórica, cabe pensar em que é que o dia do trabalhador representa, hoje, em Portugal.
Primeiramente representa um feriado. E isso, para quase todas as pessoas, já é sinónimo de alegria e agradecimento àqueles que morreram em França. Assim, essas pessoas não morreram em vão porque, passado um século, há outras que podem descansar.


Depois, há aquelas pessoas para quem este dia representa uma oportunidade. É o caso dos sindicatos, sindicalistas, extremo-esquerdistas, interesseiros, parasitas, anti-governo, entre outros. Todos aqueles que só necessitam de um pretexto para se manifestarem, ainda que os motivos sejam sempre distintos.

Existem ainda aquelas pessoas para quem o 1º de Maio representa a conquista de direitos fundamentais dos trabalhadores e a certeza que foi graças às pessoas que um dia lutaram e ainda hoje continuam a lutar, que é possível que tenham condições de trabalho minimamente condignas.

Finalmente, existem aquelas pessoas para quem o dia do trabalhador não significa rigorosamente nada.
E não significa nada talvez porque estejam demasiado ocupados nas suas poltronas de pele a fumar umas cigarrilhas e a coçar a barriga com uma mão, enquanto com a outra seguram um copo de conhaque.
Ou não significa nada talvez porque não têm trabalho. E se o dia é do trabalhador, não lhes diz respeito. Nem sequer adianta ser feriado. Para estas pessoas, os feriados são todos os dias.
publicado por Fábio Raposo às 22:01
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