Quinta-feira, 16 de Março de 2006

Rumo a Bolonha?!

Parece que a TL está a fazer das suas e brindou a nossa academia com uma retrete no átrio da faculdade. A juntar à "exposição" temos vários cartazes que terminam a questionar onde está o representante dos alunos. Frase que motiva alguns gracejos quando vemos a comissão permanente encarregue de Bolonha, que até tem um membro da TL e que os próprios conselheiros pedagógicos da FDL ainda não perceberam qual foi o critério da sua escolha.
Mas a lógica parece imperar: primeiro alguns (pseudo) intelectuais, depois (talvez) a AAFL, um dia o NES (?!)...
publicado por NES-FDL às 15:12
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12 comentários:
De Flecha Ruiz a 28 de Março de 2006 às 17:19
Quem é k nos transcende?? A TL??
Está para nascer o dia...
De weber a 25 de Março de 2006 às 23:57
Quem diria que a TL ainda consegue criar tanta discórdia... E depois vêm dizer que está a definhar!Pelos vistos ainda vai perturbando meia dúzia de jovens. Haja juízo, respeitem o que vos transcende!
De MRS a 23 de Março de 2006 às 19:26
Sim, estás a corroborar aquilo que disse. A JS e o NES são autónomos, mas não têm personalidade jurídica. Não é por isso que são ilegalmente constituídos. Do mesmo modo, a TL. Foi só isso que disse.
De João Gomes a 23 de Março de 2006 às 00:58
MRS o núcleo de estudantes socialistas da faculdade de direito de Lisboa é um núcleo de escola integrado na Juventude Socialista organização autónoma e legalmente constituida...
De PedroSilveira a 22 de Março de 2006 às 19:21
"Desconhecia, até ontem o Pedro Silveira mo ter dito, que o problema se prendia com a nomeação do João Marcelo para a dita comissão de acompanhamento do processo de Bolonha"

Caro camarada João Correia

Não posso deixar de dizer que fiquei surpreendido com esta tua frase.Em momento algum aqui escrevi ou te disse que tinha qualquer tipo de problema com a nomeação do camarada João Marcelo.Não seria da minha parte correcto julgar um trabalho que ainda agora começou e uma pessoa (ainda por cima um camarada militante do NES) que não conheço perfeitamente mas acredito que tenha as capacidades necessárias a desempenhar as funções.O que tentei fazer no meu anterior comment foi tentar ilucidar-te melhor de algumas das supostas intenções do João Gomes em fazer o post, por ti mal interpretadas (na minha opinião), mas isso terás de tirar a limpo com o próprio João, pois eu limitei-me a o interpretar, e isso, obviamente, acaba por ser subjectivo.

MRS,não me queria meter na conversa entre ti e o João Gomes no entanto não poderia deixar de referir que ao contrário do que tu pensas ser óbvio, esse não foi o critério.TIve oportunidade de falar a esse propósito com os responsáveis da AAFDL.No entanto isso não retira qualquer meritocracia (se quiseres) ao João MArcelo.Julgo apenas que fizeste uma análise precipitada.


Finalmente, como Coordenador do NES/FDL, penso que esta é uma discussão estéril e sempre destrutiva.A mim, enquanto tal, não me interessa muito as actividades da TL ou as nomeações da AAFDL.Devemos concentrar-nos antes na dura actividade de combate político que temos pela frente.A todos os que a quiserem travar juntem-se ao NES com vontade de trabalhar e serão recebidos de braços abertos.

Um abraço a todos
De Anónimo a 21 de Março de 2006 às 23:22
Desconhecia, até ontem o Pedro Silveira mo ter dito, que o problema se prendia com a nomeação do João Marcelo para a dita comissão de acompanhamento do processo de Bolonha. Pelo contrário, tomei as tuas palavras em relação a ambos os conselheiros escolhidos que, neste termos, incluiam também a Diana Nascimento. Não sei quais foram os critérios seguidos para o processo de escolha e, devo dizer, é contundente andar a pensar agora nisso, já que a Comissão está nomeada e não parece vir a haver retroactividade da Associação na decisão tomada.
Mas mesmo que tal se reporte somente à escolha do João Marcelo, há duas ressalvas que devem ser feitas: a primeira é que eu não me julgo digno, sublinho eu, de colocar em causa o trabalho de ninguém. A segunda é que prefiro aguardar para ver o trabalho que vai ser feito.
Reafirmo a amizade que nos liga e aceito o teu conselho. Estamos juntos numa autêntica batalha, na qual o tema "Bolonha" é apenas a ponta de uma lança que nos quer matar os sonhos, as alegrias e aquilo em que cremos e acreditamos, não só enquanto jovens mas sobretudo enquanto estudantes, e estudantes da Faculdade de Direito de Lisboa.
O futuro está nas nossas mãos, João, e não podemos deixar que se perca no "nada do nada".
Abraço, João Correia
De MRS a 21 de Março de 2006 às 22:03
1. A existência de uma Comissão Permanente é necessária à coordenação de uma actividade, que se quer conjunta, de defesa dos interesses dos alunos, por parte dos seus representantes nos órgãos da Academia e por parte da AAFDL. Em anos anteriores, assistiu-se a situações descabidas em que não havia comunicação entre representantes e AAFDL. Tal levou, como de resto é conhecido, a situações lesivas dos interesses dos alunos.

2. O propósito da exposição da TL foi, simplesmente, informar a Academia sobre o Processo de Bolonha, e suas eventuais consequências.

3. Sinceramente, não sei qual o problema da retrete. Um grande adepto da liberdade, como o camarada João Gomes, deveria ter presente o conceito de liberdade de expressão. A TL, como qualquer pessoa colectiva, é perfeitamente livre de expressar as suas opiniões. Um adepto da liberdade saberia respeitar isso.

4. Aproveito para responder à pergunta, por ti lançada, no teu blog Em Nome da Liberdade. O Código Civil não obriga a que uma associação (pessoa colectiva de substrato ôntico) tenha personalidade jurídica. Assim, podem constituir-se, legalmente, associações sem personalidade jurídica. Só seriam ilegalmente constituídas as associações sem personalidade jurídica cujo fim ou objecto fossem contrários à lei, bons costumes ou ordem pública. O que não é o caso. Se a falta de personalidade jurídica cominasse a constituição ilegal de uma associação, então, pelo teu critério, o NES, a JS e o Movimento MP3 – dos quais fazes, aliás, parte – seriam ilegais. Não deixaria de ser estranho que o colega João Gomes, como defensor da legalidade (como parece ser pelo teor do post no seu blog), fizesse parte de associações ilegalmente constituídas...

5. "Onde está o representante dos alunos?" Sim, onde está. O tertuliano João Marcelo, a quem te referes tacitamente, não é Conselheiro Pedagógico. Foi eleito, mas não tomou posse. Ora, em Direito os titulares de cargos só têm competência a partir do momento em que entram em funções; a entrada em funções ocorre com a posse. Assim, a nível de Faculdade, de participação, o amigo João Marcelo não tem competências atribuídas. Porém, tal não obsta a que tome parte numa Comissão.

6. Quanto ao critério da escolha dos membros dessa Comissão Permanente parece-me que ele é óbvio: o da meritocracia. Os melhores estão lá, os outros não. Não duvido, por um momento sequer, que a competência dos membros tenha sido a razão da escolha.

7. A existência de uma Comissão Permanente não retira poderes aos representantes eleitos dos alunos junto dos órgãos da FDL. A Comissão é somente uma forma de melhor coordenar as actividades entre representantes e AAFDL. Não se substitui quer aos representantes, quer à AAFDL.

8. Porque raio se referem, por sistema, ao João Marcelo como o tertuliano do Conselho Pedagógico? Ele não está lá por ser tertuliano. Ele está lá porque, em primeiro lugar, houve quem na lista R entendesse que ele seria um bom candidato e, em segundo lugar, porque os alunos do 4º ano votaram nele. É por isso que está lá. Além disso, um tertuliano é um aluno com os mesmos direitos e obrigações que qualquer outro aluno da FDL. Seria bom que se deixassem de demagogia.

9. Por que diabos vêm ao caso os projectos apoiados pelo João Marcelo - a nível de JS, concelhia de Lisboa , NES? O facto de ter sido derrotado é impeditivo de procurar o melhor para a Academia? Isto mais parece perseguição, ou, quiçá, despeito! Forças de pressão sobre a AAFDL e a Lista R?! Haja bom senso...

10. Por último, "Como político que serás aprende que é um erro a colagem às pessoas erradas, que acabam sempre por nos arrastar para o fundo com elas.". Esta frase soa a aparelhismo puro. Isso é perigoso. As pessoas aproximam-se (colagem é um termo pejorativo e vernacular, que deve ser evitado, em especial, quando se escreve no blog oficial do NES) daqueles que partilham dos mesmos ideais e valores. Se não se identificam com quem está no poder, a coisa natural é o exercício activo da oposição. Se concordam, o natural é que apoiem. Tudo pressupõe liberdade e espírito crítico. Essas demonstrações de aparelhismo deveriam ser evitadas de futuro. Pode dar a ideia de que se "colou" (parafraseando o colega João Gomes)ao poder para satisfação do seu ego.
De João Gomes a 21 de Março de 2006 às 14:20
João,

Sabes que tenho mt estima por ti, mas também te tenho que dizer que estamos a falar da nomeação de uma pessoa como o João Marcelo. Que apoiou um projecto para a nacional da JS e perdeu, que esteve num projecto para a concelhia e perdeu, que esteve num projecto para o NES e perdeu e que está a tentar fazer força de pressão sobre o rumo da AAFDL e da Lista R e vai perder.
Como político que serás aprende que é um erro a colagem às pessoas erradas, que acabam sempre por nos arrastar para o fundo com elas.
Foi um conselho de amigo...
De PedroSilveira a 21 de Março de 2006 às 00:00
1. O trabalho ainda não foi desenvolvido visto a Comissão ter sido acabada de criar.

2. Penso que o camarada João Gomes não colocou a questão da existência da comissão de acompanhamento (que de resto também concordo absolutamente).

3. Penso também que o que foi criticado pelo João foi o suposto critério de escolha.

4. O teor deste post visa exactamente, na minha interpretação, chamar a atenção para um tipo de acção "propagandística" mas de poucas ou nenhumas ideias, dos papagaios de que falas.

5. Agradeço o teu comentário e espero que continues a comentar e comeces a trabalhar no NES enquanto militante do mesmo.Um abraço.
De Anónimo a 20 de Março de 2006 às 22:19
Não concordo que se critique desta forma o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelos alunos da nossa faculdade em relação ao processo de Bolonha. Ademais, sou levado a pensar que existem muitos interesses, que não uma melhor educação e aprendizagem (e a luta constante por isso), mas antes demagógicos e limitadores de uma verdadeira actuação por que de direito. A comissão tem ainda tempo para trabalhar. É necessário reconhecer quem trabalha e não quem fala, quais papagaios numa floresta sem "rei nem roque"!
Críticas sim...mas construtivas! Trabalho sim...mas que se veja!
Palavras... Puf!!! Já foram!
João Correia

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